HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS

HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS

terça-feira, 4 de novembro de 2014

08 de novembro Dia dos RADIOLOGISTAS

Homenagem do SINTAREMA aos Profissionais da Radiologia.

          Nossa maior conquista é o reconhecimento  da  categoria  que  avançam dia após dia, resultado do empenho e da perseverança daqueles que exercem a profissão e das lideranças que atuam em defesa  dos  interesses  da  categoria, mesmo diante de toda a diversidade.
          É  com  muito  orgulho  que  o  SINTAREMA – Sindicato  dos Técnicos, Tecnólogos  e  Auxiliares  em  Radiologia   do   Estado   do   Maranhão  tem  a  honra de parabenizar todos os Profissionais das Técnicas Radiológicas pelo seu dia.


sexta-feira, 3 de outubro de 2014

HOSPITAL DE CÂNCER DE BARRETOS/SP

Na década de 60, o único hospital especializado para tratamento de câncer situava-se na capital do estado de São Paulo e os pacientes que apareciam no Hospital São Judas de Barretos com a doença, eram, em sua maioria, previdenciários de baixa renda, com alto índice de analfabetismo. Por isso, tinham dificuldades de buscar tratamento na capital, por falta de recursos, receio das grandes cidades, além da imprevisibilidade de vaga para internação.
Em 27 de novembro de 1967, foi instituída a Fundação Pio XII e, conforme memorando 234, de 21 de maio de 1968, assinado pelo Dr. Décio Pacheco Pedroso, diretor do INPS, passou a atender pacientes portadores de câncer.
Devido à grande demanda de pacientes e ao velho e pequeno hospital não comportar todo crescimento, o Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador, recebeu a doação de uma área na periferia da cidade e propôs a construção de um novo Hospital que pudesse responder às crescentes necessidades.
Este pequeno Hospital contava com apenas quatro médicos: Dr. Paulo Prata, Dra. Scylla Duarte Prata, Dr. Miguel Gonçalves e Dr. Domingos Boldrini. Eles trabalhavam em tempo integral, dedicação exclusiva, caixa único e tratamento personalizado. Filosofia de trabalho que promoveu o crescimento da Instituição.
Devido à grande demanda de pacientes e ao velho e pequeno hospital não comportar todo crescimento, o Dr. Paulo Prata, idealizador e fundador, recebeu a doação de uma área na periferia da cidade e propôs a construção de um novo Hospital que pudesse responder às crescentes necessidades.
No ano de 1989, Henrique Prata, filho do casal de médicos fundadores do hospital, abraça a idéia do pai e com a ajuda de fazendeiros da cidade e da região realiza mais uma parte do projeto. O pavilhão Antenor Duarte Villela, onde funciona o ambulatório do novo hospital é inaugurado em 6 de dezembro de 1991.
Dando seqüência ao projeto que vem ganhando grandes proporções com a ajuda da comunidade, de artistas, da iniciativa privada e com a participação financeira governamental, outras áreas do hospital estão sendo construídas para atender via SUS, os pacientes com câncer que chegam até nós.

Uma maneira que o hospital encontrou de homenagear estas pessoas que contribuem com esta causa é colocar nos pavilhões os nomes dos artistas.

ANVISA Lança Manual de Segurança Contra Incêndio em Hospitais

          O manual “Segurança contra Incêndio em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde” já está disponível para consulta. A publicação é direcionada a gestores e profissionais envolvidos com projetos e obras em estabelecimentos de saúde. A obra tem por objetivo fornecer orientações sobre prevenção e combate a incêndios nos Serviços de Saúde, em complementação às regulamentações contidas na Resolução nº 50/2002, norma que trata de projetos de arquitetura para prédios destinados a esses serviços. “Além de estarem em constante transformação espacial, os equipamentos existentes nos serviços de saúde exigem instalações bastante complexas. O risco de incêndio num estabelecimento desses é tão presente ou maior que em outros, evidenciando, assim, a necessidade de medidas de controle rígidas e atualizadas”, afirma a Gerente de Tecnologia em Serviços de Saúde da Anvisa, Diana Carmem Almeida.
O lançamento da obra se insere nos esforços da ANVISA para colaborar com a diretriz da Organização Mundial da Saúde (OMS) que preconiza segurança máxima no atendimento aos pacientes. “Num estabelecimento de saúde em chamas, problemas de mobilidade podem dificultar grandemente o resgate ou abandono do local por pacientes já muitas vezes prejudicados em sua locomoção. Por  isso a importância do treinamento de funcionários e da presença de equipamentos e planos de contingência específicos para situações críticas como um incêndio”, explica Diana.
Segundo ela, todas essas providências, baseadas no tripé Segurança da Vida, Proteção do Patrimônio e Continuidade das Operações, estão listadas passo a passo na publicação produzida pela Agência. O manual tem 142 páginas, divididas em quatro capítulos. Dispõe ainda de um anexo, que pode ser utilizado como um check-listnos estabelecimentos de saúde para verificar risco de incêndio e ações preventivas.
O guia foi escrito pelo engenheiro elétrico e especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho, Marcos Linkowski Kahn, sob supervisão de técnicos da Gerência Geral de Tecnologia em Serviços de Saúde por meio de cooperação com a Organização Panamericana da Saúde (OPAS).  A obra tem tiragem inicial de três mil exemplares e será distribuído às vigilâncias sanitárias, hospitais e profissionais de saúde.
Fonte: Assessoria de Imprensa da Anvisa em 03 de outubro de 2014


sábado, 16 de agosto de 2014

O DIREITO DE FÉRIAS DOS RADIOLOGIASTAS

F É R I A S

Depois de um ano de trabalho, tudo o que um profissional mais quer é férias. Mas, para que isso aconteça, o trabalhador deve ficar atento a algumas situações que envolvem o direito garantido pela CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Isso porque somente o funcionário que não tiver mais de cinco faltas injustificadas tem direito há 30 dias corrido de férias, a cada 12 meses de vigência de contrato e sem prejuízo da remuneração. Caso as férias não sejam concedidas no prazo de 12 meses, elas devem ser pagas em dobro pelo empregador.
As Férias é um direito do trabalhador, já marcar as férias de seus funcionários em época que melhor atenda aos interesses da organização é um direito unilateral do empregador. "Isso quer dizer que a empresa pode agendar o período de férias dos empregados quando ela quiser nos 11 meses seguintes após o trabalhador adquirir o direito, ou seja, quando ele completa 12 meses de trabalho".
 Entretanto, nada impede que o empregador abra mão da vantagem e permita que seus colaboradores agendem livremente suas férias, essa dinâmica está de acordo com o art. 10 da Convenção 132 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que orienta que as férias devem ser gozadas na época que melhor atenda aos interesses em conjunto. "Porém, em caso de divergência, prevalece o interesse do empregador", já os estudantes há a possibilidade de conciliar o período de descanso às férias escolares. Os membros da mesma família que trabalham juntos também podem tirar férias no mesmo período.

O DIREITO DE FÉRIAS DOS RADIOLOGIASTAS

Na verdade a Lei n. 1.234/50 (Lei que concede dois períodos de férias aos profissionais que trabalham com as radiações ionizantes) ainda esta em vigor, até porque a nova constituição não tem artigo nem um que venha torná-la sem efeito, mas, porém, o que acontece é que esta lei refere-se exclusivamente aos empregados da União (Federal, Estadual e Municipal), não tendo efeito para os empregados Celetistas (CLT), com tudo, já existe uma resolução judicial em que uma radiologista Celetista conseguiu este direito.

Por tanto o profissional das Técnicas Radiológicas que também pretendam este direito podem sim tê-lo, mas terão que conseguir de duas formas uma através das Convenções Coletivas de Trabalho (CCT) outra forma terão que entrar com uma ação judicial para adquirir este direito.