quinta-feira, 27 de agosto de 2015

Mamografia: Novo Estudo

Novo Estudo Suporta Mamografia em Mulheres a Partir dos 40
          Mulheres na faixa dos 40 sem histórico familiar de câncer de mama são tão propensas a desenvolver câncer de mama como as mulheres com histórico familiar da doença. Esses achados indicam que as mulheres nessa faixa etária se beneficiariam de mamografia preventiva anual.


         “Acreditamos que este estudo demonstra a importância da mamografia para as mulheres nessa faixa etária, que está em oposição às recomendações emitidas pela Força-Tarefa de Serviços Preventivos dos EUA”, disse Stamatia V. Destounis, MD, radiologista e sócio-diretor da Elizabeth Wende Cuidados com o peito, LLC, em Rochester, NY.

Pesquisadores: Co-autores são Jenny Song, MD, Posy Seifert, DO, Philip Murphy, MD, Patricia Somerville, MD, Wende Logan-Young, MD, Andrea Arieno, BS, e Renee Morgan, RT.

Exames Compartilhados

Nova Tecnologia Proporciona aos Pacientes Controle
e Compartilhamento de Imagens Médicas.
             Pacientes   de   três   grandes   instituições   médicas   podem   controlar   o compartilhamento   de   suas   imagens   médicas e relatórios   com   seus   médicos   e prestadores de serviços médicos. Ao facilitar  o  acesso aos exames  de  imagem para  pacientes  e  médicos,  a  rede  potencialmente reduz exames desnecessários, minimiza a exposição à radiação do paciente e permite  mais  segurança na hora  da tomada de decisão.

          David S. Mendelson, MD, chefe de informática clínica no The Mount Sinai Medical Center, em Nova York cidade e membro do Comitê de Informática Radiologia RSNA coordena projeto, lançado em 2009, através de um contrato de US$ 4,7 milhões com o Instituto Nacional de Imagem Biomédica e Bioengenharia (NIBIB) para construir uma rede de compartilhamento de imagens médicas, centrada no paciente, segura. A iniciativa permite que o paciente acesse as informações através de registros pessoais de saúde (PHR), sem depender de CDs. Para garantir a privacidade dos pacientes, o projeto baseia-se no tipo de sistema de segurança usados pelos bancos. Os pacientes recebem um código de 08 (oito) dígitos e em seguida criam uma senha ou um PIN conhecido apenas por eles.


         

quinta-feira, 9 de julho de 2015

Lei Municipal homenageia os profissionais das Técnicas Radiológicas

                 O município de São Luís do Maranhão agora conta com mais uma data oficial, trata-se do dia do RADIOLOGISTA, ou melhor, o dia dos profissionais das Técnicas Radiológicas de autoria do Vereador PAVÃO FILHO, o projeto Lei nº 122/14 que institui o dia do Radiologista, foi transformado em Lei nº  5.978 de 08 de junho de 2015 e sancionado pelo prefeito Edvaldo Holanda Braga Júnior.

            Este projeto foi uma reivindicação do SINTAREMA    - Sindicato dos Técnicos e Auxiliares em Radiologia do Estado do Maranhão, com total apoio do Crtr 17º região Ma/Pi para o Vereador PAVÃO FILHO que representa a categoria na Câmara Municipal de São Luís/Ma.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

SINTAREMA EM AÇÃO!!!

O SINTAREMA - Sindicato dos Técnicos e Auxiliares em Radiologia do Estado do Maranhão comunica a todos os profissionais das Técnicas Radiológicas que concluiu o Acordo Coletivo de Trabalho com o SINDHOSP/SL e o profissional que desejar obter a mesma completa poderá solicitar através do e-mail: sintarema@hotmail.com

DIREITO DO TRABALHO

        Governo amplia prazo máximo de trabalho temporário para nove meses Empresas devem pedir autorização ao Ministério para contratar funcionários e prorrogar contratos. O Ministério do Trabalho e Emprego vai aumentar o prazo dos contratos temporários de trabalho, autorizando a prorrogação por seis meses além dos três meses iniciais, se justificada essa necessidade. Até então, a prorrogação era limitada a uma única vez de três meses. A medida começa a valer em 1º de julho, de acordo com portaria publicada pelo ministério na última terça-feira (3/6) no DOU (Diário Oficial da União).

A regra diz que a contratação de trabalho temporário só é válida caso haja necessidade de substituir funcionários do quadro permanente e regular de uma empresa, ou quando haja acréscimo extraordinário de serviços. No caso de substituição de pessoal, a portaria passa a definir que o contrato temporário não pode ultrapassar um período total de nove meses.

A norma indica que a empresa de trabalho temporário tem que solicitar autorização ao ministério com, no mínimo, cinco dias de antecedência caso queira contratar um empregado temporário ou prorrogar o seu contrato. O pedido pode ser feito por meio do portal do ministério na internet. A portaria define ainda que as empresas de trabalho temporário devem informar até o dia 7 de cada mês os dados sobre os contratos desse tipo finalizados no mês anterior. Conforme a legislação brasileira sobre trabalho temporário, a empresa de trabalho temporário atua colocando à disposição de outras empresas os trabalhadores por ela contratados.
Fonte: Agência Brasil - 06/06/2014 - 10h21


segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Notícias do TST

Turma mantém Acumulação de Adicionais de
Insalubridade e Periculosidade.
Um empregado da Amsted Maxion Fundição e Equipamentos Ferroviários S. A. vai receber acumuladamente os adicionais de insalubridade e periculosidade.  A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho afastou a argumentação de que o artigo 193, parágrafo 2º, da CLT prevê a opção pelo adicional mais favorável ao trabalhador e negou provimento ao recurso da empresa, sob o entendimento de que normas constitucionais e supralegais, hierarquicamente superiores à CLT, autorizam a cumulação dos adicionais.
De acordo com o relator do recurso, ministro Cláudio Brandão, a Constituição da República, no artigo 7º, inciso XXIII, garantiu de forma plena o direito ao recebimento dos adicionais de penosidade, insalubridade e periculosidade, sem qualquer ressalva quanto à cumulação, não recepcionando assim aquele dispositivo da CLT. Em sua avaliação, a acumulação se justifica em virtude de os fatos geradores dos direitos serem diversos e não se confundirem.
Segundo o ministro, a cumulação dos adicionais não implica pagamento em dobro, pois a insalubridade diz respeito à saúde do empregado quanto às condições nocivas do ambiente de trabalho, enquanto a periculosidade "traduz situação de perigo iminente que, uma vez ocorrida, pode ceifar a vida do trabalhador, sendo este o bem a que se visa proteger".

Normas internacionais:
O relator explicou que a opção prevista na CLT é inaplicável também devido à introdução no sistema jurídico brasileiro das Convenções 148 e 155 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), "que têm status de norma materialmente constitucional ou, pelo menos, supralegal", como foi decidido pelo Supremo Tribunal Federal. A Convenção 148 "consagra a necessidade de atualização constante da legislação sobre as condições nocivas de trabalho", e a 155 determina que sejam levados em conta os "riscos para a saúde decorrentes da exposição simultânea a diversas substâncias ou agentes".
Tais convenções, afirmou o relator, superaram a regra prevista na CLT e na Norma Regulamentadora 16 do Ministério do Trabalho e Emprego, no que se refere à percepção de apenas um adicional quando o trabalhador estiver sujeito a condições insalubres e perigosas no trabalho. "Não há mais espaço para a aplicação do artigo 193, parágrafo 2º, da CLT", assinalou.
A decisão foi unânime. (Mário Correia/CF).

Processo: RR-1072-72.2011.5.02.0384
O TST possui oito Turmas julgadoras, cada uma composta por três ministros, com a atribuição de analisar recursos de revista, agravos, agravos de instrumento, agravos regimentais e recursos ordinários em ação cautelar. Das decisões das Turmas, a parte ainda pode, em alguns casos, recorrer à Subseção I Especializada em Dissídios Individuais (SBDI-1)
Fonte:
Conteúdo de Responsabilidade da SECOM  Secretaria de Comunicação Social

Email: secom@tst.jus.br Telefone: (61) 3043-4907 (Sex, 26 Set 2014 07:15:00).