terça-feira, 6 de junho de 2017

Maranhense assumi a presidência do CONTER

Conheça o Presidente do CONTER

       O 7º Corpo de Conselheiros do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (CONTER) tomou posse neste sábado, dia 3 de junho de 2017. 
     O mandato começa no dia 4 de junho de 2017 e termina no dia 3 de junho de 2022. Conheça cada um dos membros que vão dirigir a autarquia federal.


 TR. Manoel Benedito Viana dos Santos 
(CRTR 17ª Região-MARANHÃO/PIAUI)
Presidente
       Nascido no Maranhão, exerce as técnicas radiológicas desde 1982. Além da formação na área da Radiologia, possui graduação em História e pós-graduação em Direito Administrativo. 
      Atuou em diversos hospitais e exerceu funções no Ministério da Saúde. Foi diretor-secretário e, posteriormente, presidente do CRTR 17ª Região. 
    Exerceu o cargo de membro efetivo da Coordenação Nacional de Fiscalização (CONAFI). Na primeira reunião do 7º Corpo de Conselheiros, foi eleito presidente do CONTER.

segunda-feira, 29 de maio de 2017

MAMOGRAFIA

Atualização em Mamografia para Técnicos 

em Radiologia - EAD 


Objetivo: Atualizar os conhecimentos para realização da mamografia com a melhor qualidade possível, seguindo as normas técnicas, padrões e condutas recomendados.

Ementa: Anatomia, Fisiologia e Doenças da Mama. O Câncer da Mama. A Mamografia na Prática Clínica. O Papel do Técnico em Mamografia. Técnica da Realização da Mamografia. Controle de Qualidade em Mamografia. Proteção Radiológica.

Pré-requisitos: Vínculo empregatício com serviços de radiologia que realizam mamografias.

Público Alvo: Técnicos em Radiologia

Carga horária total: 60 horas

Duração do curso: 02 (dois) meses

Regime de aulas: Curso oferecido na modalidade a distância

Período previsto para realização: De 03 de julho a 03 de setembro de 2017

Observações: O acesso à plataforma somente será liberado na data de início do curso

Coordenação do curso: Sonia Maria da Silva Sabino

Informações: ensinotecnico@inca.gov.br

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Boletim Acompanhamento de Proposições




PL - 03661/2012 - Altera a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, para dispor sobre o exercício das profissões de Técnico e Tecnólogo em Radiologia e de Bacharelem ciências Radiológicas; revoga dispositivos da Lei nº 7.395/85, de 29 de outubro de 1985, e a Lei nº 10.508 de 2002; e dá outras providencias.  
       Em 28/03/2017 - Apresentação do Requerimento de Audiência Pública n. 462/2017, pela Deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), que: "Requer a realização de Audiência Pública para discutir o Projeto de Lei 3.661, de 2012 que 'Altera a lei nº 7394, de 29 de outubro de 1985, para dispor sobre o exercício das profissões de Técnico e Tecnólogo em Radiologia e de Bacharel em Ciências Radiológicos; revoga dispositivos da Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e a Lei nº 10.508, de 10 de julho de 2002; e dá outras providências''.             
 Fonte: Tramitação@camara.gov.br em 16/05/2017                                                                                          



sexta-feira, 12 de maio de 2017

AGORA LASCOU!!!

TST decide que técnica em ressonância

 não tem direito à jornada de radiologistas

          A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou improcedente a pretensão de uma técnica em ressonância magnética da Clínica Villas Boas S.A., de Brasília (DF), de ter suas atividades enquadradas naquelas atribuídas ao técnico em radiologia, o que lhe daria direito ao recebimento de horas extras relativas à jornada reduzida de trabalho de 24 horas semanais, prevista na Lei 7.394/1985. A relatora, ministra Dora Maria da Costa, explicou que a técnica adotada no exame de ressonância magnética não inclui operações com raios X, não se justificando, assim, a redução da jornada.
         A empregada requereu as diferenças relativas à jornada com o argumento de que realizava todas as atividades da categoria profissional dos radiologistas. Sem êxito no primeiro grau, ela conseguiu a reforma da sentença no Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF-TO), que a enquadrou como técnica de radiologia e condenou a clínica ao pagamento das horas extraordinárias.
        A relatora do recurso da empresa para o TST observou que o Tribunal Regional deferiu o enquadramento com fundamento Resolução 6/2009 do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (Conter), que incluiu o setor de diagnóstico por imagem entre as atribuições do técnico em radiologia. No entanto, destacou que o Conter não tem competência para ampliar o alcance do inciso I do artigo 1º da Lei 7.394/85 a fim de abranger profissional que não lida com raios X. “O dispositivo, ao definir a área de atuação dos técnicos em radiologia, é taxativo ao elencar o rol das técnicas realizadas que configuram quais trabalhadores são reputados técnicos em radiologia”, afirmou. “Ocorre que, por determinação constitucional (artigo 22, inciso I, da Constituição), compete privativamente à União legislar sobre direito do trabalho”.
Dora Maria da Costa acrescentou ainda que a ressonância magnética é um exame que se baseia em campo eletromagnético, “como sendo uma espectroscopia” e, nessa atividade, não há radiação ionizante. “Sendo assim, os técnicos em ressonância magnética não fazem jus à jornada semanal de 24 horas, benesse legal diferenciada justificável em razão do prejuízo à saúde que a operação de aparelhos de raios X gera ao ser humano”, concluiu.
Processo:ARR-899-67.2014.5.10.0013 - *Informações do TST 
Fonte: PorSaúde Jur em maio 5, 2017 - http://saudejur.com.br

sexta-feira, 31 de março de 2017

Quatro vezes pior que Chernobyl

O desastre radioativo que a União Soviética tentou encobrir
Muitas regiões do Cazaquistão são armadilhas 
letais ainda hoje   -   Crédito: Shutterstock

Documentos revelam que Cazaquistão sofreu contaminação massiva por testes nucleares e ninguém foi avisado. Em 1956, um teste nuclear na base de Semipalatinsk - a maior do mundo então -, mandou 600 pessoas da cidade de Ust-Kamenogorsk, Cazaquistão, para o hospital. Isso é basicamente o que se sabia até hoje. Mas um relatório recém-descoberto no Instituto de Medicina Radioativa e Ecologia, do Cazaquistão, revelado pela NewScientist, acaba de jogar um bocado de luz nessa história. O governo soviético sabia muito bem das consequências dos testes nucleares atmosféricos à população local, continuou a fazer esses testes mesmo assim e não revelou nada nem a esses moradores nem ao mundo.

Três expedições foram enviadas para a região e detectaram contaminação massiva no solo e alimentos. Um mês após o incidente, a radiação em Ust-Kamenogorsk estava em 1,6 milirems por hora, 100 vezes o limite máximo considerado seguro. Nas zona rural da região, a chuva radioativa continuou por anos. Também descobriram, em suas investigações de 1956, que um teste de três anos antes ainda causava contaminação na cidade Karaul, a mais de 100 quilômetros dali. As investigações levaram à criação de uma clínica especial para tratar e estudar os contaminados. Que recebeu o nome de Dispensário Anti-Brucelose Número 4. Brucelose é uma doença vinda do gado, que nada tem a ver com radiação. O nome era, não é mistério hoje, um acobertamento do real problema da região. O dispensário fez suas próprias descobertas. Exames de fezes de fazendeiros nas imediações de Ust-Kamenogorsk revelaram contaminação radioativa, que desaparecia quatro dias após eles pararem de consumir alimentos produzidos localmente. Recomendou a Moscou que se evitassem os testes antes da época de colheita.

Recomendação ignorada - os testes continuaram até 1963 e boa parte da região está entre os locais mais perigosos do mundo em matéria de radiação. "Algumas áreas nunca retornarão ao seu estado natural", afirmou à NewScientist Kazbek Apsalikov, diretor do Instituto de Biofísica de Moscou, que encontrou o relatório. "A situação em outras é incerta e potencialmente perigosa." O relatório também dá os números exatos do incidente em 1956: 638 internados com envenenamento radioativo agudo, quase cinco vezes os 134 pacientes internados após Chernobyl. O número total de afetados ao longo dos anos, como em Chernobyl, ninguém nunca vai saber. O documento é um de muitos, que sobreviveu à censura e queima de arquivo. O próprio relatório parece ter tentado jogar panos quentes na situação. Mesmo detectando tanta poluição radioativa, ele menciona tuberculose - e brucelose -, além da péssima alimentação, como possíveis causas para os problemas dos habitantes locais.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

PROJETO DE LEI EM DEFESA DOS PROFISSIONAIS DA RADIOLOGIA

          A Câmara Municipal de São Luís aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Nº 029/2016, de autoria do Vereador Pavão Filho, que dispõe sobre os requisitos para aplicações das atividades inerentes aos Tecnólogos, Técnicos e Auxiliares em radiologia na capital Maranhense.