segunda-feira, 29 de maio de 2017

MAMOGRAFIA

Atualização em Mamografia para Técnicos em Radiologia - EAD 


Objetivo: Atualizar os conhecimentos para realização da mamografia com a melhor qualidade possível, seguindo as normas técnicas, padrões e condutas recomendados.

Ementa: Anatomia, Fisiologia e Doenças da Mama. O Câncer da Mama. A Mamografia na Prática Clínica. O Papel do Técnico em Mamografia. Técnica da Realização da Mamografia. Controle de Qualidade em Mamografia. Proteção Radiológica.

Pré-requisitos: Vínculo empregatício com serviços de radiologia que realizam mamografias.

Público Alvo: Técnicos em Radiologia

Carga horária total: 60 horas

Duração do curso: 02 (dois) meses

Regime de aulas: Curso oferecido na modalidade a distância

Período previsto para realização: De 03 de julho a 03 de setembro de 2017

Observações: O acesso à plataforma somente será liberado na data de início do curso

Coordenação do curso: Sonia Maria da Silva Sabino

Informações: ensinotecnico@inca.gov.br

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Boletim Acompanhamento de Proposições




PL - 03661/2012 - Altera a Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, para dispor sobre o exercício das profissões de Técnico e Tecnólogo em Radiologia e de Bacharelem ciências Radiológicas; revoga dispositivos da Lei nº 7.395/85, de 29 de outubro de 1985, e a Lei nº 10.508 de 2002; e dá outras providencias.  
       Em 28/03/2017 - Apresentação do Requerimento de Audiência Pública n. 462/2017, pela Deputada Carmen Zanotto (PPS-SC), que: "Requer a realização de Audiência Pública para discutir o Projeto de Lei 3.661, de 2012 que 'Altera a lei nº 7394, de 29 de outubro de 1985, para dispor sobre o exercício das profissões de Técnico e Tecnólogo em Radiologia e de Bacharel em Ciências Radiológicos; revoga dispositivos da Lei nº 7.394, de 29 de outubro de 1985, e a Lei nº 10.508, de 10 de julho de 2002; e dá outras providências''.             
 Fonte: Tramitação@camara.gov.br em 16/05/2017                                                                                          



sexta-feira, 12 de maio de 2017

AGORA LASCOU!!!

TST decide que técnica em ressonância

 não tem direito à jornada de radiologistas

          A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho julgou improcedente a pretensão de uma técnica em ressonância magnética da Clínica Villas Boas S.A., de Brasília (DF), de ter suas atividades enquadradas naquelas atribuídas ao técnico em radiologia, o que lhe daria direito ao recebimento de horas extras relativas à jornada reduzida de trabalho de 24 horas semanais, prevista na Lei 7.394/1985. A relatora, ministra Dora Maria da Costa, explicou que a técnica adotada no exame de ressonância magnética não inclui operações com raios X, não se justificando, assim, a redução da jornada.
         A empregada requereu as diferenças relativas à jornada com o argumento de que realizava todas as atividades da categoria profissional dos radiologistas. Sem êxito no primeiro grau, ela conseguiu a reforma da sentença no Tribunal Regional do Trabalho da 10ª Região (DF-TO), que a enquadrou como técnica de radiologia e condenou a clínica ao pagamento das horas extraordinárias.
        A relatora do recurso da empresa para o TST observou que o Tribunal Regional deferiu o enquadramento com fundamento Resolução 6/2009 do Conselho Nacional de Técnicos em Radiologia (Conter), que incluiu o setor de diagnóstico por imagem entre as atribuições do técnico em radiologia. No entanto, destacou que o Conter não tem competência para ampliar o alcance do inciso I do artigo 1º da Lei 7.394/85 a fim de abranger profissional que não lida com raios X. “O dispositivo, ao definir a área de atuação dos técnicos em radiologia, é taxativo ao elencar o rol das técnicas realizadas que configuram quais trabalhadores são reputados técnicos em radiologia”, afirmou. “Ocorre que, por determinação constitucional (artigo 22, inciso I, da Constituição), compete privativamente à União legislar sobre direito do trabalho”.
Dora Maria da Costa acrescentou ainda que a ressonância magnética é um exame que se baseia em campo eletromagnético, “como sendo uma espectroscopia” e, nessa atividade, não há radiação ionizante. “Sendo assim, os técnicos em ressonância magnética não fazem jus à jornada semanal de 24 horas, benesse legal diferenciada justificável em razão do prejuízo à saúde que a operação de aparelhos de raios X gera ao ser humano”, concluiu.
Processo:ARR-899-67.2014.5.10.0013 - *Informações do TST 
Fonte: PorSaúde Jur em maio 5, 2017 - http://saudejur.com.br

sexta-feira, 31 de março de 2017

Quatro vezes pior que Chernobyl

O desastre radioativo que a União Soviética tentou encobrir
Muitas regiões do Cazaquistão são armadilhas 
letais ainda hoje   -   Crédito: Shutterstock

Documentos revelam que Cazaquistão sofreu contaminação massiva por testes nucleares e ninguém foi avisado. Em 1956, um teste nuclear na base de Semipalatinsk - a maior do mundo então -, mandou 600 pessoas da cidade de Ust-Kamenogorsk, Cazaquistão, para o hospital. Isso é basicamente o que se sabia até hoje. Mas um relatório recém-descoberto no Instituto de Medicina Radioativa e Ecologia, do Cazaquistão, revelado pela NewScientist, acaba de jogar um bocado de luz nessa história. O governo soviético sabia muito bem das consequências dos testes nucleares atmosféricos à população local, continuou a fazer esses testes mesmo assim e não revelou nada nem a esses moradores nem ao mundo.

Três expedições foram enviadas para a região e detectaram contaminação massiva no solo e alimentos. Um mês após o incidente, a radiação em Ust-Kamenogorsk estava em 1,6 milirems por hora, 100 vezes o limite máximo considerado seguro. Nas zona rural da região, a chuva radioativa continuou por anos. Também descobriram, em suas investigações de 1956, que um teste de três anos antes ainda causava contaminação na cidade Karaul, a mais de 100 quilômetros dali. As investigações levaram à criação de uma clínica especial para tratar e estudar os contaminados. Que recebeu o nome de Dispensário Anti-Brucelose Número 4. Brucelose é uma doença vinda do gado, que nada tem a ver com radiação. O nome era, não é mistério hoje, um acobertamento do real problema da região. O dispensário fez suas próprias descobertas. Exames de fezes de fazendeiros nas imediações de Ust-Kamenogorsk revelaram contaminação radioativa, que desaparecia quatro dias após eles pararem de consumir alimentos produzidos localmente. Recomendou a Moscou que se evitassem os testes antes da época de colheita.

Recomendação ignorada - os testes continuaram até 1963 e boa parte da região está entre os locais mais perigosos do mundo em matéria de radiação. "Algumas áreas nunca retornarão ao seu estado natural", afirmou à NewScientist Kazbek Apsalikov, diretor do Instituto de Biofísica de Moscou, que encontrou o relatório. "A situação em outras é incerta e potencialmente perigosa." O relatório também dá os números exatos do incidente em 1956: 638 internados com envenenamento radioativo agudo, quase cinco vezes os 134 pacientes internados após Chernobyl. O número total de afetados ao longo dos anos, como em Chernobyl, ninguém nunca vai saber. O documento é um de muitos, que sobreviveu à censura e queima de arquivo. O próprio relatório parece ter tentado jogar panos quentes na situação. Mesmo detectando tanta poluição radioativa, ele menciona tuberculose - e brucelose -, além da péssima alimentação, como possíveis causas para os problemas dos habitantes locais.

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

PROJETO DE LEI EM DEFESA DOS PROFISSIONAIS DA RADIOLOGIA

          A Câmara Municipal de São Luís aprovou por unanimidade o Projeto de Lei Nº 029/2016, de autoria do Vereador Pavão Filho, que dispõe sobre os requisitos para aplicações das atividades inerentes aos Tecnólogos, Técnicos e Auxiliares em radiologia na capital Maranhense.










quinta-feira, 3 de março de 2016

Sócio COTISTA a nova PRAGA na Radiologia

A TERCEIRIZAÇÃO ILEGAL NO RADIODIAGNÓSTICO.

As instituições (empresas) contratam seus funcionários de forma terceirizada através do regime de Sócio Cotista. A terceirização através deste sistema é uma prática ilegal, que tira dos profissionais diversos direitos trabalhistas como: Adicional de Insalubridade de 40%, Férias, FGTS, Jornada de 24 horas semanais e registro em carteira. Só que mesmo o trabalhador que atue nesse sistema tem o direito de entrar com uma ação judicial reivindicando o registro em carteira dos últimos 5 (cinco) anos se for o caso.
Essa irregularidade vai de encontro da Lei 7394/85, que normatiza a nossa profissão. É inadmissível tamanho desrespeito com os profissionais de radiologia, o pior é que essa nova forma de burlar os direitos trabalhistas dos profissionais do radiodiagnóstico, parte dos próprios profissionais que são coniventes ao criarem suas empresas nesse sistema (Sócio Cotista), só que eles esquecem que podem ser punidos através do código de ética profissional, coisa que talvez o próprio conselho de radiologia ainda não atentou para combater essa irregularidade, já que toda empresa que atua no setor tem que se regularizar junto ao conselho e pela justiça trabalhista.
Muitos radiologistas se submetem a este tipo de contratação em época de crise econômica não por falta de informação e sim por conivência e por saber que até o momento não tem punição. Você profissional das técnicas radiológicas, não aceite que seus direitos sejam desrespeitados não permita descaso e desvalorização.
Silvio Sousa da Silva 
Tecnólogo em Radiologia Médica.

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